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Destaques

Parar de fumar reduz até 40% o risco de desenvolver diabetes tipo 2

O tabagismo é um dos fatores de risco modificáveis mais importantes para o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Federação Internacional de Diabetes e da Universidade de Newcastle revelou que parar de fumar pode reduzir de 30% a 40% o risco de desenvolver essa doença metabólica crônica, que tem um impacto significativo no sistema de saúde. No Brasil, dados do Vigitel indicam que 10,2% da população possui diabetes, sendo que 90% desses casos são do tipo 2, frequentemente associado a maus hábitos e estilo de vida sedentário. O número de casos tem aumentado, inclusive entre os mais jovens. Benefícios da cessação do tabagismo para pessoas com diabetes Redução de Riscos Cardiovasculares: Parar de fumar diminui o risco de complicações cardiovasculares, como doenças coronarianas e acidente vascular cerebral (AVC). Melhoria do controle glicêmico: O cigarro aumenta a resistência à insulina, dificultando o controle da glicose. Parar de fumar ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Menor risco de Amputações e Cicatrização: O tabagismo retarda a cicatrização de feridas em pacientes com diabetes, aumentando o risco de amputações. Mecanismos do cigarro no diabetes Impacto nas células beta do pâncreas: A nicotina prejudica as células beta do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, contribuindo para a resistência à insulina. Danos vasculares: O tabagismo causa danos nos vasos sanguíneos, aumentando o risco de complicações vasculares. Por que parar de fumar é urgente para pessoas com diabetes? O risco de desenvolver doenças cardiovasculares, AVC, insuficiência cardíaca e complicações vasculares é significativamente maior em fumantes com diabetes. Parar de fumar não apenas reduz esses riscos, mas também melhora a qualidade de vida e aumenta a longevidade. Se você tem diabetes e fuma, considere parar hoje mesmo. Consulte seu médico para obter suporte e orientação adequada para cessação do tabagismo. Sua saúde e bem-estar valem a mudança!  Fonte: Relatório da OMS e especialistas médicos.

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Desvendando a enxaqueca: o que acontece no seu cérebro?

A enxaqueca é uma condição neurovascular complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Neste artigo, vamos explorar o impacto da enxaqueca no cérebro, os riscos associados e estratégias para aliviar os sintomas. Entendendo a Enxaqueca Durante uma crise de enxaqueca, o cérebro passa por uma série de alterações neuroquímicas e vasculares. Os pesquisadores acreditam que fatores genéticos e ambientais desempenham um papel importante no desencadeamento desses episódios. O que acontece no cérebro durante uma enxaqueca? Ativação nervosa: Durante uma crise, os nervos sensoriais no cérebro e ao redor dos vasos sanguíneos são ativados, levando à liberação de substâncias inflamatórias e neurotransmissores. Dilatação dos vasos sanguíneos: Certas áreas do cérebro experimentam uma dilatação dos vasos sanguíneos, o que pode aumentar o fluxo sanguíneo e a pressão nos tecidos cerebrais. Inflamação e Sensibilização Nervosa: O cérebro se torna mais sensível aos estímulos, contribuindo para a percepção aumentada da dor. Alívio da enxaqueca Embora não haja cura definitiva para a enxaqueca, existem várias estratégias para aliviar os sintomas e reduzir a frequência das crises: Medicamentos: Existem medicamentos específicos para enxaqueca, incluindo analgésicos, triptanos e medicamentos preventivos prescritos por médicos. Estilo de vida saudável: Praticar atividade física regular, manter uma rotina de sono adequada, gerenciar o estresse e evitar gatilhos conhecidos podem ajudar a controlar a enxaqueca. Terapias complementares: Acupuntura, biofeedback e outras terapias alternativas podem ser úteis para algumas pessoas. A importância de Procurar um Médico Se você sofre de enxaquecas frequentes, é fundamental procurar a orientação de um profissional de saúde. As enxaquecas não são apenas dores de cabeça intensas; elas podem ser debilitantes e afetar significativamente a qualidade de vida. Consultar um médico é essencial para obter um diagnóstico preciso e para desenvolver um plano de tratamento eficaz. Estudo Clínico no CIPES No CIPES, estamos comprometidos em avançar o conhecimento sobre condições como a enxaqueca. Atualmente, estamos conduzindo um estudo clínico para avaliar novas abordagens no tratamento. Se você sofre com essa condição e está interessado em participar da pesquisa, clique em saiba mais e confira os critérios de participação. Clique aqui

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Crianças também sofrem com hipertensão

Você já ouviu falar sobre a hipertensão arterial na infância? Se não, saiba que ela pode ser mais comum do que se imagina. Apesar de ser mais associada aos adultos, a pressão alta também pode afetar crianças e adolescentes, e a detecção precoce é fundamental para evitar complicações futuras. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), alerta que, embora menos prevalente em crianças, a hipertensão arterial infantil não deve ser ignorada. Por vezes, a falta de rotina na medição da pressão arterial em consultas pediátricas pode atrasar o diagnóstico, o que pode ser crucial para iniciar tratamentos e evitar complicações futuras. A hipertensão arterial pode ser classificada como primária, quando multifatorial, ou secundária, quando causada por doenças identificáveis. O diagnóstico precoce é importante e pode ser feito através da análise da pressão arterial em consultas pediátricas de rotina. A detecção precoce permite investigar a causa da hipertensão e determinar o tipo de tratamento mais adequado. Estatísticas nacionais mostram que entre 3% e 15% de crianças e adolescentes brasileiros são afetados pela hipertensão arterial. O aumento desse percentual está relacionado ao aumento dos casos de sobrepeso e obesidade na população jovem, refletindo mudanças no estilo de vida. A medida da pressão arterial em crianças deve ser incorporada às consultas pediátricas de rotina, especialmente em casos de sobrepeso e obesidade. Detectar precocemente a hipertensão arterial pode permitir intervenções no estilo de vida e na alimentação, antes que seja necessário recorrer a medicamentos. Portanto, pais e responsáveis devem estar atentos e garantir que a pressão arterial de seus filhos seja medida regularmente. A hipertensão arterial, apesar de muitas vezes assintomática, pode ser controlada com mudanças no estilo de vida e tratamento adequado, desde que diagnosticada precocemente. Lembre-se, cuidar da saúde cardiovascular desde a infância é fundamental para garantir um futuro saudável e feliz para nossos pequenos.

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Desvendando o mistério: Por que ficamos mais doentes no frio?

Desvendando o mistério: Por que ficamos mais doentes no frio? Hoje, mergulharemos em um enigma que muitos de nós experimentam durante os meses mais frios do ano: por que parece que ficamos mais propensos a ficar doentes quando o termômetro cai? Vamos desvendar esse mistério juntos e descobrir os fatos por trás dessa percepção comum. Por que o frio parece estar associado a doenças? Quando o inverno chega e as temperaturas caem, é comum ouvir pessoas ao nosso redor dizendo que estão ficando resfriadas ou gripadas. Mas será que o frio em si é o culpado por isso? A verdade é que a relação entre o frio e as doenças é mais complexa do que parece à primeira vista. O papel dos vírusEmbora o frio possa enfraquecer o sistema imunológico, não é a baixa temperatura em si que nos deixa doentes. Na realidade, é a propagação de vírus que ocorre com mais facilidade em climas frios que desempenha um papel significativo. Vírus como o rinovírus, que causa resfriados, tendem a se espalhar mais facilmente em ambientes frios e secos. Além disso, passamos mais tempo em ambientes fechados durante o inverno, o que aumenta as chances de entrar em contato com pessoas infectadas e de contrair esses vírus. O impacto do frio no sistema imunológicoEmbora o frio em si não nos deixe doentes, ele pode afetar a nosso sistema imunológico, tornando-nos mais suscetíveis a infecções. Temperaturas mais frias podem reduzir a capacidade do sistema imunológico de responder adequadamente a invasores, como vírus e bactérias. Além disso, o ar seco durante o inverno pode ressecar as mucosas nasais e da garganta, tornando-as mais vulneráveis a infecções. O papel das doenças respiratórias sazonaisAlém dos resfriados comuns, o inverno também traz consigo uma série de doenças respiratórias sazonais, como a gripe e a bronquite. Essas doenças, muitas vezes causadas por vírus, tendem a se espalhar mais facilmente durante os meses mais frios. A gripe, em particular, é uma preocupação significativa durante o inverno, pois pode causar complicações graves, especialmente em grupos de alto risco, como idosos e pessoas com condições médicas subjacentes. A importância da prevençãoEmbora não possamos controlar o clima, existem medidas que podemos tomar para reduzir nosso risco de ficar doentes durante os meses mais frios. Manter uma boa higiene das mãos, evitar o contato próximo com pessoas doentes e manter um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta balanceada e exercícios regulares, podem fortalecer nosso sistema imunológico e reduzir o risco de infecções. Embora o frio e as doenças pareçam estar intimamente ligados, a relação entre eles é mais complexa do que muitos imaginam. Embora o frio possa enfraquecer nosso sistema imunológico e favorecer a propagação de vírus, é a exposição a esses vírus que nos deixa doentes. Ao entender melhor esses mecanismos, podemos tomar medidas para proteger nossa saúde e bem-estar, mesmo durante os meses mais frios do ano.

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5 aplicativos que todo diabético deveria conhecer

O diabetes, uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, requer atenção constante e cuidados específicos.  Felizmente, a tecnologia oferece soluções práticas para auxiliar no monitoramento e na gestão dessa doença. Neste blog, exploraremos cinco aplicativos essenciais que podem fazer toda a diferença na vida de quem convive com o diabetes. mySugr – Diário da Diabetes: Este aplicativo permite que você registre e acompanhe seus níveis de glicose no sangue. Ferramentas úteis incluem a Calculadora de Bolus, estimativa de hbA1c, rastreador de carboidratos e glicemia. Indicado para diabetes Tipo 1, Tipo 2 ou gestacional. Disponível para download gratuito na App Store e no Google Play1. Receitas para Diabéticos: Ter diabetes não significa abrir mão de refeições saborosas. Este aplicativo oferece mais de 100 receitas com alimentos que ajudam a controlar o açúcar no sangue. Disponível para Android1. Diabetes Connect: Registre dados relacionados ao diabetes de forma prática. Controle níveis de açúcar, refeições, injeções de insulina, medicamentos e outras informações importantes. Indicado para Diabetes Tipo 1 e Tipo 2. Permite sincronização com outros dispositivos para acesso remoto. Glooko: Integração de Dados: Sincroniza informações de glicose, medicações, alimentação e exercícios em um só lugar. Análise Avançada: Oferece análises para identificar padrões glicêmicos e ajustar o tratamento. Compatibilidade com Dispositivos: Funciona com vários dispositivos de monitoramento de glicose. Registro Personalizado: Permite notas personalizadas para uma visão completa da saúde. Compartilhamento de Dados: Facilita compartilhar informações com a equipe de saúde. One Drop: Abordagem Holística: Integra glicose, alimentação, exercícios e suporte personalizado. Coach Certificado: Conecta a um coach em diabetes para orientação individualizada. Comunidade de Apoio: Oferece suporte em uma comunidade online de pessoas com diabetes. Simplicidade: Interface fácil de usar para rastreamento e gerenciamento da diabetes. Monitoramento Remoto: Permite que outros monitorem dados de saúde remotamente. Lembre-se sempre de seguir as orientações e prescrição médica e que esses aplicativos não substituem o acompanhamento médico. Cuide bem de si mesmo e mantenha o diabetes sob controle

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Como ajudar alguém com enxaqueca? Aprenda em 5 passos!

Se você tem um ente querido, amigo ou colega de trabalho que sofre com enxaquecas, provavelmente já se perguntou como pode ajudá-los a lidar com essa condição debilitante.  Neste artigo, vamos compartilhar dicas e estratégias para oferecer suporte e compreensão às pessoas que convivem com enxaqueca. Compreenda a enxaqueca:Antes de ajudar alguém com enxaqueca, é crucial entender o que essa condição implica. Uma enxaqueca não é apenas uma dor de cabeça comum. Pode ser acompanhada por sintomas como náusea, sensibilidade à luz e ao som, e pode durar horas ou até dias. Aprender sobre os gatilhos e os estágios da enxaqueca pode ajudá-lo a oferecer um suporte mais eficaz. Ofereça suporte emocional:O aspecto emocional da enxaqueca muitas vezes é subestimado. A dor crônica e os sintomas debilitantes podem levar a sentimentos de frustração, ansiedade e isolamento social. Esteja presente para ouvir, valide os sentimentos da pessoa e ofereça seu apoio incondicional. Ajude com a gestão do estresse:O estresse é um dos principais desencadeadores da enxaqueca. Ajude seu ente querido a encontrar maneiras saudáveis de lidar com o estresse, como meditação, exercícios de respiração, ou hobbies relaxantes. Uma abordagem holística para reduzir o estresse pode ajudar a minimizar a frequência e a gravidade das crises de enxaqueca. Estimule um estilo de vida saudável:Uma dieta equilibrada, sono adequado e exercícios físicos regulares podem desempenhar um papel importante na prevenção da enxaqueca. Incentive seu ente querido a adotar hábitos saudáveis de vida e ofereça apoio para que eles possam implementar essas mudanças gradualmente. Eduque-se sobre opções de tratamento:Existem várias opções de tratamento disponíveis para pessoas com enxaqueca, incluindo medicamentos, terapias alternativas e mudanças no estilo de vida. Familiarize-se com essas opções e apoie seu ente querido na busca de tratamentos adequados em consulta com um profissional de saúde. Uma condição desafiadora.. A enxaqueca pode ser uma condição desafiadora de se conviver, tanto para quem a experimenta quanto para seus entes queridos. No entanto, com compreensão, apoio e educação, é possível ajudar significativamente aqueles que sofrem isso a gerenciar sua condição e melhorar sua qualidade de vida. Seja um aliado atencioso e esteja presente para apoiar seu ente querido em sua jornada para enfrentar a enxaqueca. Juntos, podemos fazer a diferença. Oportunidade de tratamento! Se a enxaqueca afeta sua qualidade de vida, seja parte da mudança. Faça seu pré-cadastro no nosso estudo clínico e tenha a chance de contribuir para encontrar novas opções de tratamento.  

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As quatro doenças mais perigosas para o coração

As doenças cardiovasculares são uma das doenças que mais matam em todo o mundo. Entenda abaixo quais são as principais condições que afetam o coração. De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS, as doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes em todo o mundo, sendo responsáveis por tirar quase 300 mil vidas todos os anos. Isso se dá devido à seriedade de tais doenças, que afetam o coração, um dos principais órgãos do corpo humano e responsável por manter os demais em bom funcionamento. Outro grave problema das doenças cardíacas também está no grande número de fatores que podem provocá-las ou agravá-las como, por exemplo, o sedentarismo, hábitos alimentares ruins e a hipertensão arterial. Conheça abaixo as principais doenças cardíacas que acometem pacientes todos os anos e entenda a importância de se atentar aos sintomas e realizar exames preventivos. Infarto agudo do miocárdio Mais conhecido como Ataque Cardíaco, o infarto agudo do miocárdio pode levar à morte. Isso porque ele acontece quando ocorre obstrução em uma das artérias coronárias que leva o sangue ao coração. Por conta desse bloqueio o fluxo de sangue acaba sendo impedido de passar por um longo período de tempo fazendo com que o músculo cardíaco fique sem oxigênio e as células cardíacas começam a morrer. A não oxigenação do órgão pode comprometer totalmente o seu funcionamento ou até mesmo fazer com que ele pare de funcionar completamente. Insuficiência cardíaca A insuficiência cardíaca é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para atender às necessidades do organismo. Isso pode ocorrer devido a danos ao músculo cardíaco causados por doenças como hipertensão arterial, doença arterial coronariana e diabetes, entre outras. Os sintomas da insuficiência cardíaca incluem falta de ar, cansaço, inchaço nas pernas e nos pés e aumento da frequência cardíaca. Acidente Vascular Cerebral – AVC O AVC acontece devido a alteração de fluxo sanguíneo no cérebro ele pode se originar de uma obstrução de vasos sanguíneos, acidente vascular isquêmico, ou de uma ruptura do vaso, acidente vascular hemorrágico. Entre os seus principais sintomas estão dor de cabeça muito forte, fraqueza ou dormência na face, braços ou pernas, geralmente afetando um dos lados do corpo, paralisia (dificuldade ou incapacidade de se movimentar), perda súbita da fala ou dificuldade para se comunicar e compreender o que se diz, perda da visão ou dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos. Hipertensão Arterial A hipertensão arterial é uma doença silenciosa conhecida como pressão alta e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), atualmente, 33% dos brasileiros sofrem com ela. Essa doença merece todo o tipo de cuidado, pois ela pode levar a outras doenças como o AVC, insuficiência renal e doenças cardiovasculares. Por ser silenciosa, a maioria das pessoas não apresenta sintomas de imediato, mas quando eles aparecem é comum sentir dores de cabeça, cansaço, tontura e ter sangramentos pelo nariz. É considerada alta uma pressão arterial em repouso a partir de 140/90mmHg (14 por 9), que não se estabiliza ou diminui. Cuidar da saúde do coração é fundamental para manter uma boa qualidade de vida. Além de evitar hábitos prejudiciais como o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, é importante manter uma dieta saudável, praticar atividades físicas regularmente e controlar fatores de risco como diabetes, hipertensão arterial e colesterol alto. Ao identificar sintomas como dor no peito, falta de ar e cansaço, é importante procurar um médico para avaliação e tratamento adequados. Gostou do nosso conteúdo? Acompanhe nossas redes sociais e fique por dentro de todas as novidades do universo da Pesquisa Clínica: Facebook, Instagram, LinkedIn.

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Boas práticas em pesquisa clínica

Saiba como processos éticos e seguros são utilizados dentro dos centros de pesquisa clínica para garantir a confiabilidade e confidencialidade dos dados A pesquisa clínica é uma das áreas mais importantes da medicina, responsável por produzir novos conhecimentos e avanços no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças. No entanto, é fundamental que esses estudos sejam conduzidos de forma ética, com respeito à confidencialidade dos dados dos participantes e com a máxima confiabilidade possível. Neste artigo, vamos discutir as boas práticas da pesquisa clínica e a importância de seguir os princípios éticos, de confidencialidade e confiabilidade dos dados. Ética na pesquisa clínica A ética é um dos princípios mais importantes na pesquisa clínica. Os estudos devem ser conduzidos de forma a garantir a segurança e o bem-estar dos participantes. Isso inclui obter o consentimento informado dos participantes, informando sobre os objetivos do estudo, os procedimentos a serem realizados e os possíveis riscos e benefícios. Os pesquisadores devem garantir que os participantes não sejam expostos a riscos desnecessários e que sua privacidade seja preservada. Além disso, os pesquisadores devem respeitar os princípios da justiça e da equidade na seleção dos participantes. Confidencialidade dos dados A confidencialidade dos dados dos participantes é um dos pilares da pesquisa clínica. Os pesquisadores devem garantir que as informações coletadas sejam mantidas em sigilo e que a privacidade dos participantes seja respeitada. Isso inclui a proteção dos dados pessoais, como nome, endereço, telefone e e-mail, e de dados médicos, como resultados de exames e diagnósticos. Os dados devem ser armazenados de forma segura, com acesso restrito apenas aos membros da equipe de pesquisa autorizados. Os participantes devem ser informados sobre como seus dados serão usados e que medidas serão tomadas para proteger sua privacidade. Confiabilidade dos resultados A confiabilidade dos dados é fundamental para a validade dos estudos clínicos. Os pesquisadores devem garantir que os dados coletados sejam precisos, completos e confiáveis. Isso inclui o uso de métodos padronizados e validados de coleta de dados, a verificação da precisão dos dados coletados e a utilização de técnicas estatísticas adequadas para a análise dos dados. Os pesquisadores devem garantir que os dados sejam coletados de forma imparcial e que não haja influência de fatores externos que possam comprometer a validade dos resultados. Além disso, devem garantir que os dados sejam registrados de forma clara e completa, permitindo a replicação do estudo por outros pesquisadores. No entanto, para que os resultados dos estudos sejam válidos e confiáveis, é fundamental que sejam conduzidos seguindo as boas práticas da pesquisa clínica. Isso inclui a garantia da ética na seleção e tratamento dos participantes, a preservação da confidencialidade dos dados coletados e a obtenção de resultados confiáveis e precisos. Os pesquisadores e instituições que conduzem pesquisas clínicas devem seguir as diretrizes e normas éticas e regulatórias estabelecidas pelas autoridades de saúde locais e internacionais. Essas normas visam garantir que as pesquisas clínicas sejam conduzidas de forma segura, ética e confiável. Por fim, é importante lembrar que a pesquisa clínica é um processo contínuo e que os avanços na área são possíveis graças aos esforços conjuntos de pesquisadores, instituições, órgãos regulatórios e, principalmente, dos participantes dos estudos clínicos, que se dispõem a contribuir para o avanço do conhecimento médico e científico. O CIPES, Centro Internacional de Pesquisas Clínicas, tem a responsabilidade de estar sempre em congruência com as diretrizes éticas dos órgãos competentes, mantendo sempre a segurança e integridade dos participantes. Nosso objetivo é trazer fortalecimento e melhorias na saúde da população de São José dos Campos, e por consequência de todos os brasileiros, por meio da condução de pesquisas que possam trazer resultados satisfatórios no desenvolvimento de novas terapias e tratamentos no combate a doenças das mais diversas áreas. Compartilhamos conhecimento com uma equipe de investigadores experientes e que nos possibilitam desfrutar de uma expertise qualificada e assertiva na condução de estudos clínicos. Acesse e conheça nossos estudos em aberto. Gostou do nosso conteúdo? Acompanhe nossas redes sociais e fique por dentro de todas as novidades do universo da Pesquisa Clínica: Facebook, Instagram, LinkedIn.

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Quais os profissionais envolvidos em uma pesquisa clínica?

Entenda como são formadas as equipes para condução de uma pesquisa clínica e a importância de contar com um time multidisciplinar A condução de pesquisas clínicas é algo de extrema importância para o avanço da medicina, contribuindo para o desenvolvimento de novos medicamentos e tratamentos que sejam eficazes e seguros para pacientes portadores das mais diversas doenças, especialmente as que não possuem tratamentos adequados atualmente, ou cujos medicamentos ainda não sejam acessíveis a todos os pacientes, uma vez que uma das vantagens de ser voluntário em uma pesquisa clínica está justamente em ter a possibilidade de receber um tratamento sem custos. Neste artigo explicamos um pouco sobre como é formada uma equipe para condução de um estudo clínico e a importância de se contar com um time multidisciplinar e experiente para atender a todos os requisitos do estudo em questão. Critérios da pesquisa clínica É importante ter em mente que os estudos clínicos conduzidos devem ser, acima de tudo, seguros para os participantes. Isso significa que, antes dos testes em pacientes, toda a segurança do medicamento é comprovada a partir de uma série de testes, de forma a garantir que aquele medicamento ou tratamento não terá qualquer efeito prejudicial à saúde ou integridade física dos voluntários – exceto, é claro, pequenos efeitos colaterais que possam ser comuns do medicamento. Neste momento, já é exigido um grande time de profissionais pesquisadores, que podem pertencer a diversas áreas de estudo como a medicina e a biologia, a fim de entender o comportamento dos medicamentos e a melhor forma de trabalhar com eles. Além disso, a segurança dos tratamentos não diz respeito apenas à saúde dos pacientes, mas também à confidencialidade dos dados e a confiabilidade dos resultados, o que demonstra como todos os participantes envolvidos na condução do estudo precisam ser íntegros e comprometidos com o trabalho que está sendo desenvolvido. Equipe de estudos Durante a fase de testes em pacientes, devemos ressaltar que existem muitas atividades que vão além de ministrar os medicamentos e anotar os resultados dos pacientes. Neste momento é preciso contar com médicos de diferentes áreas, uma vez que são realizadas diversas consultadas com profissionais especialistas para entender a real situação do paciente. Aqui podem estar envolvidos clínicos gerais e também médicos especialistas como cardiologistas, ginecologistas, oncologistas, etc.. A participação de enfermeiros e técnicos de laboratórios e análises clínicas também é fundamental, a fim de auxiliar na realização de exames clínicos para acompanhar integralmente a saúde dos pacientes. Toda equipe de pesquisa clínica também precisa contar com coordenadores, médicos que lideram o estudo, e entendem não apenas os pormenores dos tratamentos e medicamentos que estão sendo desenvolvidos, mas também profissionais responsáveis por atender às questões burocráticas e atuar ao lado dos órgãos fiscalizadores a fim de garantir que as boas práticas sejam seguidas em sua totalidade na condução dos estudos, atentendo às normas e diretrizes pré-estabelecidas para assegurar a ética e segurança dos pacientes. O CIPES, Centro Internacional de Pesquisas Clínicas, tem a responsabilidade de estar sempre em congruência com as diretrizes éticas dos órgãos competentes, mantendo sempre a segurança e integridade dos participantes. Nosso objetivo é trazer fortalecimento e melhorias na saúde da população de São José dos Campos, e por consequência de todos os brasileiros, por meio da condução de pesquisas que possam trazer resultados satisfatórios no desenvolvimento de novas terapias e tratamentos no combate a doenças das mais diversas áreas. Compartilhamos conhecimento com uma equipe de investigadores experientes e que nos possibilitam desfrutar de uma expertise qualificada e assertiva na condução de estudos clínicos. Acesse e conheça nossos estudos em aberto. Gostou do nosso conteúdo? Acompanhe nossas redes sociais e fique por dentro de todas as novidades do universo da Pesquisa Clínica: Facebook, Instagram, LinkedIn.

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A concepção do CIPES através do olhar de seus fundadores

O CIPES, Centro Internacional de Pesquisas Clínicas, é um novo centro de pesquisas e estudos clínicos localizado na região de São José dos Campos. O centro foi fundado por três profissionais da área médica que se uniram em prol da busca por melhorias nas descobertas de novos medicamentos e terapias para a população acometida com doenças crônicas. O Dr. Anderson Silva, Gastroentereologista e cirurgião de formação, juntamente a Dra. Rose Marçal, Otorrinolaringologista, dividindo o mesmo ambiente profissional, começaram a conversar sobre a possibilidade de ampliação da sua atuação no Vale do Paraíba. A pesquisa clínica sempre chamou a atenção de ambos e foi aí que surgiu a ideia de criar o CIPES. São José dos Campos, polo tecnológico importante, com universidades, como a UNIFESP, além de duas faculdades de medicina e três faculdades privadas, é uma região que chama atenção pela inovação e pelo crescimento de oportunidades. Não foi atoa que o local foi escolhido para dar origem ao centro. Todo projeto foi desenvolvido, principalmente, durante a pandemia, já que a pesquisa clínica tomou grandes proporções em decorrência dos estudos envolvendo vacinas no combate a COVID-19. Quando os impactos da pandemia diminuíram, a ideia ressurgiu, e com o apoio de uma outra colega, que possuía conhecimentos sobre a área de pesquisa clínica, Dra. Fabiana Marcondes, essa jornada começou de fato. Venha conosco nos ajudar a construir a história de um centro que quer se tornar referência no setor. Conscientize-se sobre a pesquisa clínica e continue nos acompanhando.

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