Destaques

Parar de fumar reduz até 40% o risco de desenvolver diabetes tipo 2

O tabagismo é um dos fatores de risco modificáveis mais importantes para o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Federação Internacional de Diabetes e da Universidade de Newcastle revelou que parar de fumar pode reduzir de 30% a 40% o risco de desenvolver essa doença metabólica crônica, que tem um impacto significativo no sistema de saúde. No Brasil, dados do Vigitel indicam que 10,2% da população possui diabetes, sendo que 90% desses casos são do tipo 2, frequentemente associado a maus hábitos e estilo de vida sedentário. O número de casos tem aumentado, inclusive entre os mais jovens. Benefícios da cessação do tabagismo para pessoas com diabetes Redução de Riscos Cardiovasculares: Parar de fumar diminui o risco de complicações cardiovasculares, como doenças coronarianas e acidente vascular cerebral (AVC). Melhoria do controle glicêmico: O cigarro aumenta a resistência à insulina, dificultando o controle da glicose. Parar de fumar ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Menor risco de Amputações e Cicatrização: O tabagismo retarda a cicatrização de feridas em pacientes com diabetes, aumentando o risco de amputações. Mecanismos do cigarro no diabetes Impacto nas células beta do pâncreas: A nicotina prejudica as células beta do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, contribuindo para a resistência à insulina. Danos vasculares: O tabagismo causa danos nos vasos sanguíneos, aumentando o risco de complicações vasculares. Por que parar de fumar é urgente para pessoas com diabetes? O risco de desenvolver doenças cardiovasculares, AVC, insuficiência cardíaca e complicações vasculares é significativamente maior em fumantes com diabetes. Parar de fumar não apenas reduz esses riscos, mas também melhora a qualidade de vida e aumenta a longevidade. Se você tem diabetes e fuma, considere parar hoje mesmo. Consulte seu médico para obter suporte e orientação adequada para cessação do tabagismo. Sua saúde e bem-estar valem a mudança!  Fonte: Relatório da OMS e especialistas médicos.

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Desvendando a enxaqueca: o que acontece no seu cérebro?

A enxaqueca é uma condição neurovascular complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Neste artigo, vamos explorar o impacto da enxaqueca no cérebro, os riscos associados e estratégias para aliviar os sintomas. Entendendo a Enxaqueca Durante uma crise de enxaqueca, o cérebro passa por uma série de alterações neuroquímicas e vasculares. Os pesquisadores acreditam que fatores genéticos e ambientais desempenham um papel importante no desencadeamento desses episódios. O que acontece no cérebro durante uma enxaqueca? Ativação nervosa: Durante uma crise, os nervos sensoriais no cérebro e ao redor dos vasos sanguíneos são ativados, levando à liberação de substâncias inflamatórias e neurotransmissores. Dilatação dos vasos sanguíneos: Certas áreas do cérebro experimentam uma dilatação dos vasos sanguíneos, o que pode aumentar o fluxo sanguíneo e a pressão nos tecidos cerebrais. Inflamação e Sensibilização Nervosa: O cérebro se torna mais sensível aos estímulos, contribuindo para a percepção aumentada da dor. Alívio da enxaqueca Embora não haja cura definitiva para a enxaqueca, existem várias estratégias para aliviar os sintomas e reduzir a frequência das crises: Medicamentos: Existem medicamentos específicos para enxaqueca, incluindo analgésicos, triptanos e medicamentos preventivos prescritos por médicos. Estilo de vida saudável: Praticar atividade física regular, manter uma rotina de sono adequada, gerenciar o estresse e evitar gatilhos conhecidos podem ajudar a controlar a enxaqueca. Terapias complementares: Acupuntura, biofeedback e outras terapias alternativas podem ser úteis para algumas pessoas. A importância de Procurar um Médico Se você sofre de enxaquecas frequentes, é fundamental procurar a orientação de um profissional de saúde. As enxaquecas não são apenas dores de cabeça intensas; elas podem ser debilitantes e afetar significativamente a qualidade de vida. Consultar um médico é essencial para obter um diagnóstico preciso e para desenvolver um plano de tratamento eficaz. Estudo Clínico no CIPES No CIPES, estamos comprometidos em avançar o conhecimento sobre condições como a enxaqueca. Atualmente, estamos conduzindo um estudo clínico para avaliar novas abordagens no tratamento. Se você sofre com essa condição e está interessado em participar da pesquisa, clique em saiba mais e confira os critérios de participação. Clique aqui

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Crianças também sofrem com hipertensão

Você já ouviu falar sobre a hipertensão arterial na infância? Se não, saiba que ela pode ser mais comum do que se imagina. Apesar de ser mais associada aos adultos, a pressão alta também pode afetar crianças e adolescentes, e a detecção precoce é fundamental para evitar complicações futuras. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), alerta que, embora menos prevalente em crianças, a hipertensão arterial infantil não deve ser ignorada. Por vezes, a falta de rotina na medição da pressão arterial em consultas pediátricas pode atrasar o diagnóstico, o que pode ser crucial para iniciar tratamentos e evitar complicações futuras. A hipertensão arterial pode ser classificada como primária, quando multifatorial, ou secundária, quando causada por doenças identificáveis. O diagnóstico precoce é importante e pode ser feito através da análise da pressão arterial em consultas pediátricas de rotina. A detecção precoce permite investigar a causa da hipertensão e determinar o tipo de tratamento mais adequado. Estatísticas nacionais mostram que entre 3% e 15% de crianças e adolescentes brasileiros são afetados pela hipertensão arterial. O aumento desse percentual está relacionado ao aumento dos casos de sobrepeso e obesidade na população jovem, refletindo mudanças no estilo de vida. A medida da pressão arterial em crianças deve ser incorporada às consultas pediátricas de rotina, especialmente em casos de sobrepeso e obesidade. Detectar precocemente a hipertensão arterial pode permitir intervenções no estilo de vida e na alimentação, antes que seja necessário recorrer a medicamentos. Portanto, pais e responsáveis devem estar atentos e garantir que a pressão arterial de seus filhos seja medida regularmente. A hipertensão arterial, apesar de muitas vezes assintomática, pode ser controlada com mudanças no estilo de vida e tratamento adequado, desde que diagnosticada precocemente. Lembre-se, cuidar da saúde cardiovascular desde a infância é fundamental para garantir um futuro saudável e feliz para nossos pequenos.

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Desvendando o mistério: Por que ficamos mais doentes no frio?

Desvendando o mistério: Por que ficamos mais doentes no frio? Hoje, mergulharemos em um enigma que muitos de nós experimentam durante os meses mais frios do ano: por que parece que ficamos mais propensos a ficar doentes quando o termômetro cai? Vamos desvendar esse mistério juntos e descobrir os fatos por trás dessa percepção comum. Por que o frio parece estar associado a doenças? Quando o inverno chega e as temperaturas caem, é comum ouvir pessoas ao nosso redor dizendo que estão ficando resfriadas ou gripadas. Mas será que o frio em si é o culpado por isso? A verdade é que a relação entre o frio e as doenças é mais complexa do que parece à primeira vista. O papel dos vírusEmbora o frio possa enfraquecer o sistema imunológico, não é a baixa temperatura em si que nos deixa doentes. Na realidade, é a propagação de vírus que ocorre com mais facilidade em climas frios que desempenha um papel significativo. Vírus como o rinovírus, que causa resfriados, tendem a se espalhar mais facilmente em ambientes frios e secos. Além disso, passamos mais tempo em ambientes fechados durante o inverno, o que aumenta as chances de entrar em contato com pessoas infectadas e de contrair esses vírus. O impacto do frio no sistema imunológicoEmbora o frio em si não nos deixe doentes, ele pode afetar a nosso sistema imunológico, tornando-nos mais suscetíveis a infecções. Temperaturas mais frias podem reduzir a capacidade do sistema imunológico de responder adequadamente a invasores, como vírus e bactérias. Além disso, o ar seco durante o inverno pode ressecar as mucosas nasais e da garganta, tornando-as mais vulneráveis a infecções. O papel das doenças respiratórias sazonaisAlém dos resfriados comuns, o inverno também traz consigo uma série de doenças respiratórias sazonais, como a gripe e a bronquite. Essas doenças, muitas vezes causadas por vírus, tendem a se espalhar mais facilmente durante os meses mais frios. A gripe, em particular, é uma preocupação significativa durante o inverno, pois pode causar complicações graves, especialmente em grupos de alto risco, como idosos e pessoas com condições médicas subjacentes. A importância da prevençãoEmbora não possamos controlar o clima, existem medidas que podemos tomar para reduzir nosso risco de ficar doentes durante os meses mais frios. Manter uma boa higiene das mãos, evitar o contato próximo com pessoas doentes e manter um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta balanceada e exercícios regulares, podem fortalecer nosso sistema imunológico e reduzir o risco de infecções. Embora o frio e as doenças pareçam estar intimamente ligados, a relação entre eles é mais complexa do que muitos imaginam. Embora o frio possa enfraquecer nosso sistema imunológico e favorecer a propagação de vírus, é a exposição a esses vírus que nos deixa doentes. Ao entender melhor esses mecanismos, podemos tomar medidas para proteger nossa saúde e bem-estar, mesmo durante os meses mais frios do ano.

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5 aplicativos que todo diabético deveria conhecer

O diabetes, uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, requer atenção constante e cuidados específicos.  Felizmente, a tecnologia oferece soluções práticas para auxiliar no monitoramento e na gestão dessa doença. Neste blog, exploraremos cinco aplicativos essenciais que podem fazer toda a diferença na vida de quem convive com o diabetes. mySugr – Diário da Diabetes: Este aplicativo permite que você registre e acompanhe seus níveis de glicose no sangue. Ferramentas úteis incluem a Calculadora de Bolus, estimativa de hbA1c, rastreador de carboidratos e glicemia. Indicado para diabetes Tipo 1, Tipo 2 ou gestacional. Disponível para download gratuito na App Store e no Google Play1. Receitas para Diabéticos: Ter diabetes não significa abrir mão de refeições saborosas. Este aplicativo oferece mais de 100 receitas com alimentos que ajudam a controlar o açúcar no sangue. Disponível para Android1. Diabetes Connect: Registre dados relacionados ao diabetes de forma prática. Controle níveis de açúcar, refeições, injeções de insulina, medicamentos e outras informações importantes. Indicado para Diabetes Tipo 1 e Tipo 2. Permite sincronização com outros dispositivos para acesso remoto. Glooko: Integração de Dados: Sincroniza informações de glicose, medicações, alimentação e exercícios em um só lugar. Análise Avançada: Oferece análises para identificar padrões glicêmicos e ajustar o tratamento. Compatibilidade com Dispositivos: Funciona com vários dispositivos de monitoramento de glicose. Registro Personalizado: Permite notas personalizadas para uma visão completa da saúde. Compartilhamento de Dados: Facilita compartilhar informações com a equipe de saúde. One Drop: Abordagem Holística: Integra glicose, alimentação, exercícios e suporte personalizado. Coach Certificado: Conecta a um coach em diabetes para orientação individualizada. Comunidade de Apoio: Oferece suporte em uma comunidade online de pessoas com diabetes. Simplicidade: Interface fácil de usar para rastreamento e gerenciamento da diabetes. Monitoramento Remoto: Permite que outros monitorem dados de saúde remotamente. Lembre-se sempre de seguir as orientações e prescrição médica e que esses aplicativos não substituem o acompanhamento médico. Cuide bem de si mesmo e mantenha o diabetes sob controle

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Como ajudar alguém com enxaqueca? Aprenda em 5 passos!

Se você tem um ente querido, amigo ou colega de trabalho que sofre com enxaquecas, provavelmente já se perguntou como pode ajudá-los a lidar com essa condição debilitante.  Neste artigo, vamos compartilhar dicas e estratégias para oferecer suporte e compreensão às pessoas que convivem com enxaqueca. Compreenda a enxaqueca:Antes de ajudar alguém com enxaqueca, é crucial entender o que essa condição implica. Uma enxaqueca não é apenas uma dor de cabeça comum. Pode ser acompanhada por sintomas como náusea, sensibilidade à luz e ao som, e pode durar horas ou até dias. Aprender sobre os gatilhos e os estágios da enxaqueca pode ajudá-lo a oferecer um suporte mais eficaz. Ofereça suporte emocional:O aspecto emocional da enxaqueca muitas vezes é subestimado. A dor crônica e os sintomas debilitantes podem levar a sentimentos de frustração, ansiedade e isolamento social. Esteja presente para ouvir, valide os sentimentos da pessoa e ofereça seu apoio incondicional. Ajude com a gestão do estresse:O estresse é um dos principais desencadeadores da enxaqueca. Ajude seu ente querido a encontrar maneiras saudáveis de lidar com o estresse, como meditação, exercícios de respiração, ou hobbies relaxantes. Uma abordagem holística para reduzir o estresse pode ajudar a minimizar a frequência e a gravidade das crises de enxaqueca. Estimule um estilo de vida saudável:Uma dieta equilibrada, sono adequado e exercícios físicos regulares podem desempenhar um papel importante na prevenção da enxaqueca. Incentive seu ente querido a adotar hábitos saudáveis de vida e ofereça apoio para que eles possam implementar essas mudanças gradualmente. Eduque-se sobre opções de tratamento:Existem várias opções de tratamento disponíveis para pessoas com enxaqueca, incluindo medicamentos, terapias alternativas e mudanças no estilo de vida. Familiarize-se com essas opções e apoie seu ente querido na busca de tratamentos adequados em consulta com um profissional de saúde. Uma condição desafiadora.. A enxaqueca pode ser uma condição desafiadora de se conviver, tanto para quem a experimenta quanto para seus entes queridos. No entanto, com compreensão, apoio e educação, é possível ajudar significativamente aqueles que sofrem isso a gerenciar sua condição e melhorar sua qualidade de vida. Seja um aliado atencioso e esteja presente para apoiar seu ente querido em sua jornada para enfrentar a enxaqueca. Juntos, podemos fazer a diferença. Oportunidade de tratamento! Se a enxaqueca afeta sua qualidade de vida, seja parte da mudança. Faça seu pré-cadastro no nosso estudo clínico e tenha a chance de contribuir para encontrar novas opções de tratamento.  

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Escolhas saudáveis podem ajudar no controle dos níveis de colesterol

O Dia Mundial de Combate ao Colesterol, celebrado em 08 de agosto, é uma data importante para conscientizar a população sobre os riscos associados ao colesterol alto. O colesterol é uma substância essencial para o bom funcionamento do corpo, mas em excesso pode se tornar prejudicial à saúde, aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Neste blog, abordaremos informações relevantes sobre o tema, destacando como escolhas saudáveis podem ajudar no controle dos níveis de colesterol.

O que é o colesterol e sua importância no organismo?

O colesterol é uma gordura encontrada naturalmente em nosso corpo e é essencial para diversas funções. Ele desempenha um papel importante na formação de células, na produção de hormônios e na síntese de vitamina D. O colesterol é transportado através do sangue por lipoproteínas, sendo as principais delas as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e as de alta densidade (HDL).

Colesterol LDL e HDL: qual a diferença?

O colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”, é responsável por transportar o colesterol das células do fígado para outras partes do corpo. Quando em excesso, pode se acumular nas paredes das artérias, formando placas que dificultam a circulação sanguínea, aumentando o risco de aterosclerose e doenças cardíacas. Por outro lado, o colesterol HDL, chamado de “colesterol bom”, é responsável por retirar o excesso de colesterol das artérias e levá-lo de volta ao fígado para ser eliminado.

Dados sobre o colesterol elevado

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte mundialmente. O colesterol elevado é um fator de risco significativo para essas doenças, podendo levar a problemas como a aterosclerose, infarto do miocárdio e AVC. É fundamental que as pessoas conheçam seus níveis de colesterol por meio de exames médicos e adotem medidas para prevenir ou controlar a hipercolesterolemia.

Escolhas saudáveis para o controle do colesterol

Fazer escolhas saudáveis no dia a dia contribui significativamente com o controle dos níveis de colesterol, além de nos garantir mais bem-estar e qualidade de vida. Portanto, vale anotar as dicas a seguir e colocá-las em prática!

Alimentação Balanceada

Uma dieta rica em frutas, legumes, grãos integrais e sementes ajuda na absorção do excesso de colesterol no intestino, eliminando-o do corpo. Além disso, evitar alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, como frituras e alimentos processados, é essencial para evitar o aumento dos níveis do colesterol ruim.

Atividade Física Regular

A prática regular de exercícios físicos contribui para aumentar o colesterol HDL, o que ajuda a remover o excesso de colesterol das artérias. Além disso, o exercício físico pode ajudar a controlar o peso corporal, outro fator importante para a saúde cardiovascular. Busque praticar pelo menos 150 minutos de exercícios moderados por semana.

Evitar Tabagismo e Álcool em Excesso

O tabagismo e o consumo excessivo de álcool estão associados ao aumento do colesterol LDL e a outros problemas cardiovasculares. Evitar esses hábitos é fundamental para manter um coração saudável.

Consultas Médicas Regulares

Realizar consultas médicas regulares é essencial para monitorar os níveis de colesterol e avaliar o risco cardiovascular. O médico pode orientar sobre mudanças no estilo de vida e, se necessário, prescrever medicamentos para ajudar a controlar o colesterol.

Pequenas mudanças na alimentação, a prática regular de exercícios e o abandono de hábitos prejudiciais podem fazer uma grande diferença no controle dos níveis de colesterol e na prevenção de doenças cardiovasculares. Lembre-se sempre de buscar orientação médica e seguir suas recomendações para garantir uma vida mais saudável.

Parar de fumar reduz até 40% o risco de desenvolver diabetes tipo 2

O tabagismo é um dos fatores de risco modificáveis mais importantes para o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Federação Internacional de Diabetes e da Universidade de Newcastle revelou que parar de fumar pode reduzir de 30% a 40% o risco de desenvolver essa doença metabólica crônica, que tem um impacto significativo no sistema de saúde. No Brasil, dados do Vigitel indicam que 10,2% da população possui diabetes, sendo que 90% desses casos são do tipo 2, frequentemente associado a maus hábitos e estilo de vida sedentário. O número de casos tem aumentado, inclusive entre os mais jovens. Benefícios da cessação do tabagismo para pessoas com diabetes Redução de Riscos Cardiovasculares: Parar de fumar diminui o risco de complicações cardiovasculares, como doenças coronarianas e acidente vascular cerebral (AVC). Melhoria do controle glicêmico: O cigarro aumenta a resistência à insulina, dificultando o controle da glicose. Parar de fumar ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Menor risco de Amputações e Cicatrização: O tabagismo retarda a cicatrização de feridas em pacientes com diabetes, aumentando o risco de amputações. Mecanismos do cigarro no diabetes Impacto nas células beta do pâncreas: A nicotina prejudica as células beta do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, contribuindo para a resistência à insulina. Danos vasculares: O tabagismo causa danos nos vasos sanguíneos, aumentando o risco de complicações vasculares. Por que parar de fumar é urgente para pessoas com diabetes? O risco de desenvolver doenças cardiovasculares, AVC, insuficiência cardíaca e complicações vasculares é significativamente maior em fumantes com diabetes. Parar de fumar não apenas reduz esses riscos, mas também melhora a qualidade de vida e aumenta a longevidade. Se você tem diabetes e fuma, considere parar hoje mesmo. Consulte seu médico para obter suporte e orientação adequada para cessação do tabagismo. Sua saúde e bem-estar valem a mudança!  Fonte: Relatório da OMS e especialistas médicos.

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Desvendando a enxaqueca: o que acontece no seu cérebro?

A enxaqueca é uma condição neurovascular complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Neste artigo, vamos explorar o impacto da enxaqueca no cérebro, os riscos associados e estratégias para aliviar os sintomas. Entendendo a Enxaqueca Durante uma crise de enxaqueca, o cérebro passa por uma série de alterações neuroquímicas e vasculares. Os pesquisadores acreditam que fatores genéticos e ambientais desempenham um papel importante no desencadeamento desses episódios. O que acontece no cérebro durante uma enxaqueca? Ativação nervosa: Durante uma crise, os nervos sensoriais no cérebro e ao redor dos vasos sanguíneos são ativados, levando à liberação de substâncias inflamatórias e neurotransmissores. Dilatação dos vasos sanguíneos: Certas áreas do cérebro experimentam uma dilatação dos vasos sanguíneos, o que pode aumentar o fluxo sanguíneo e a pressão nos tecidos cerebrais. Inflamação e Sensibilização Nervosa: O cérebro se torna mais sensível aos estímulos, contribuindo para a percepção aumentada da dor. Alívio da enxaqueca Embora não haja cura definitiva para a enxaqueca, existem várias estratégias para aliviar os sintomas e reduzir a frequência das crises: Medicamentos: Existem medicamentos específicos para enxaqueca, incluindo analgésicos, triptanos e medicamentos preventivos prescritos por médicos. Estilo de vida saudável: Praticar atividade física regular, manter uma rotina de sono adequada, gerenciar o estresse e evitar gatilhos conhecidos podem ajudar a controlar a enxaqueca. Terapias complementares: Acupuntura, biofeedback e outras terapias alternativas podem ser úteis para algumas pessoas. A importância de Procurar um Médico Se você sofre de enxaquecas frequentes, é fundamental procurar a orientação de um profissional de saúde. As enxaquecas não são apenas dores de cabeça intensas; elas podem ser debilitantes e afetar significativamente a qualidade de vida. Consultar um médico é essencial para obter um diagnóstico preciso e para desenvolver um plano de tratamento eficaz. Estudo Clínico no CIPES No CIPES, estamos comprometidos em avançar o conhecimento sobre condições como a enxaqueca. Atualmente, estamos conduzindo um estudo clínico para avaliar novas abordagens no tratamento. Se você sofre com essa condição e está interessado em participar da pesquisa, clique em saiba mais e confira os critérios de participação. Clique aqui

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Crianças também sofrem com hipertensão

Você já ouviu falar sobre a hipertensão arterial na infância? Se não, saiba que ela pode ser mais comum do que se imagina. Apesar de ser mais associada aos adultos, a pressão alta também pode afetar crianças e adolescentes, e a detecção precoce é fundamental para evitar complicações futuras. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), alerta que, embora menos prevalente em crianças, a hipertensão arterial infantil não deve ser ignorada. Por vezes, a falta de rotina na medição da pressão arterial em consultas pediátricas pode atrasar o diagnóstico, o que pode ser crucial para iniciar tratamentos e evitar complicações futuras. A hipertensão arterial pode ser classificada como primária, quando multifatorial, ou secundária, quando causada por doenças identificáveis. O diagnóstico precoce é importante e pode ser feito através da análise da pressão arterial em consultas pediátricas de rotina. A detecção precoce permite investigar a causa da hipertensão e determinar o tipo de tratamento mais adequado. Estatísticas nacionais mostram que entre 3% e 15% de crianças e adolescentes brasileiros são afetados pela hipertensão arterial. O aumento desse percentual está relacionado ao aumento dos casos de sobrepeso e obesidade na população jovem, refletindo mudanças no estilo de vida. A medida da pressão arterial em crianças deve ser incorporada às consultas pediátricas de rotina, especialmente em casos de sobrepeso e obesidade. Detectar precocemente a hipertensão arterial pode permitir intervenções no estilo de vida e na alimentação, antes que seja necessário recorrer a medicamentos. Portanto, pais e responsáveis devem estar atentos e garantir que a pressão arterial de seus filhos seja medida regularmente. A hipertensão arterial, apesar de muitas vezes assintomática, pode ser controlada com mudanças no estilo de vida e tratamento adequado, desde que diagnosticada precocemente. Lembre-se, cuidar da saúde cardiovascular desde a infância é fundamental para garantir um futuro saudável e feliz para nossos pequenos.

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