Destaques

Parar de fumar reduz até 40% o risco de desenvolver diabetes tipo 2

O tabagismo é um dos fatores de risco modificáveis mais importantes para o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Federação Internacional de Diabetes e da Universidade de Newcastle revelou que parar de fumar pode reduzir de 30% a 40% o risco de desenvolver essa doença metabólica crônica, que tem um impacto significativo no sistema de saúde. No Brasil, dados do Vigitel indicam que 10,2% da população possui diabetes, sendo que 90% desses casos são do tipo 2, frequentemente associado a maus hábitos e estilo de vida sedentário. O número de casos tem aumentado, inclusive entre os mais jovens. Benefícios da cessação do tabagismo para pessoas com diabetes Redução de Riscos Cardiovasculares: Parar de fumar diminui o risco de complicações cardiovasculares, como doenças coronarianas e acidente vascular cerebral (AVC). Melhoria do controle glicêmico: O cigarro aumenta a resistência à insulina, dificultando o controle da glicose. Parar de fumar ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Menor risco de Amputações e Cicatrização: O tabagismo retarda a cicatrização de feridas em pacientes com diabetes, aumentando o risco de amputações. Mecanismos do cigarro no diabetes Impacto nas células beta do pâncreas: A nicotina prejudica as células beta do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, contribuindo para a resistência à insulina. Danos vasculares: O tabagismo causa danos nos vasos sanguíneos, aumentando o risco de complicações vasculares. Por que parar de fumar é urgente para pessoas com diabetes? O risco de desenvolver doenças cardiovasculares, AVC, insuficiência cardíaca e complicações vasculares é significativamente maior em fumantes com diabetes. Parar de fumar não apenas reduz esses riscos, mas também melhora a qualidade de vida e aumenta a longevidade. Se você tem diabetes e fuma, considere parar hoje mesmo. Consulte seu médico para obter suporte e orientação adequada para cessação do tabagismo. Sua saúde e bem-estar valem a mudança!  Fonte: Relatório da OMS e especialistas médicos.

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Desvendando a enxaqueca: o que acontece no seu cérebro?

A enxaqueca é uma condição neurovascular complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Neste artigo, vamos explorar o impacto da enxaqueca no cérebro, os riscos associados e estratégias para aliviar os sintomas. Entendendo a Enxaqueca Durante uma crise de enxaqueca, o cérebro passa por uma série de alterações neuroquímicas e vasculares. Os pesquisadores acreditam que fatores genéticos e ambientais desempenham um papel importante no desencadeamento desses episódios. O que acontece no cérebro durante uma enxaqueca? Ativação nervosa: Durante uma crise, os nervos sensoriais no cérebro e ao redor dos vasos sanguíneos são ativados, levando à liberação de substâncias inflamatórias e neurotransmissores. Dilatação dos vasos sanguíneos: Certas áreas do cérebro experimentam uma dilatação dos vasos sanguíneos, o que pode aumentar o fluxo sanguíneo e a pressão nos tecidos cerebrais. Inflamação e Sensibilização Nervosa: O cérebro se torna mais sensível aos estímulos, contribuindo para a percepção aumentada da dor. Alívio da enxaqueca Embora não haja cura definitiva para a enxaqueca, existem várias estratégias para aliviar os sintomas e reduzir a frequência das crises: Medicamentos: Existem medicamentos específicos para enxaqueca, incluindo analgésicos, triptanos e medicamentos preventivos prescritos por médicos. Estilo de vida saudável: Praticar atividade física regular, manter uma rotina de sono adequada, gerenciar o estresse e evitar gatilhos conhecidos podem ajudar a controlar a enxaqueca. Terapias complementares: Acupuntura, biofeedback e outras terapias alternativas podem ser úteis para algumas pessoas. A importância de Procurar um Médico Se você sofre de enxaquecas frequentes, é fundamental procurar a orientação de um profissional de saúde. As enxaquecas não são apenas dores de cabeça intensas; elas podem ser debilitantes e afetar significativamente a qualidade de vida. Consultar um médico é essencial para obter um diagnóstico preciso e para desenvolver um plano de tratamento eficaz. Estudo Clínico no CIPES No CIPES, estamos comprometidos em avançar o conhecimento sobre condições como a enxaqueca. Atualmente, estamos conduzindo um estudo clínico para avaliar novas abordagens no tratamento. Se você sofre com essa condição e está interessado em participar da pesquisa, clique em saiba mais e confira os critérios de participação. Clique aqui

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Crianças também sofrem com hipertensão

Você já ouviu falar sobre a hipertensão arterial na infância? Se não, saiba que ela pode ser mais comum do que se imagina. Apesar de ser mais associada aos adultos, a pressão alta também pode afetar crianças e adolescentes, e a detecção precoce é fundamental para evitar complicações futuras. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), alerta que, embora menos prevalente em crianças, a hipertensão arterial infantil não deve ser ignorada. Por vezes, a falta de rotina na medição da pressão arterial em consultas pediátricas pode atrasar o diagnóstico, o que pode ser crucial para iniciar tratamentos e evitar complicações futuras. A hipertensão arterial pode ser classificada como primária, quando multifatorial, ou secundária, quando causada por doenças identificáveis. O diagnóstico precoce é importante e pode ser feito através da análise da pressão arterial em consultas pediátricas de rotina. A detecção precoce permite investigar a causa da hipertensão e determinar o tipo de tratamento mais adequado. Estatísticas nacionais mostram que entre 3% e 15% de crianças e adolescentes brasileiros são afetados pela hipertensão arterial. O aumento desse percentual está relacionado ao aumento dos casos de sobrepeso e obesidade na população jovem, refletindo mudanças no estilo de vida. A medida da pressão arterial em crianças deve ser incorporada às consultas pediátricas de rotina, especialmente em casos de sobrepeso e obesidade. Detectar precocemente a hipertensão arterial pode permitir intervenções no estilo de vida e na alimentação, antes que seja necessário recorrer a medicamentos. Portanto, pais e responsáveis devem estar atentos e garantir que a pressão arterial de seus filhos seja medida regularmente. A hipertensão arterial, apesar de muitas vezes assintomática, pode ser controlada com mudanças no estilo de vida e tratamento adequado, desde que diagnosticada precocemente. Lembre-se, cuidar da saúde cardiovascular desde a infância é fundamental para garantir um futuro saudável e feliz para nossos pequenos.

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Desvendando o mistério: Por que ficamos mais doentes no frio?

Desvendando o mistério: Por que ficamos mais doentes no frio? Hoje, mergulharemos em um enigma que muitos de nós experimentam durante os meses mais frios do ano: por que parece que ficamos mais propensos a ficar doentes quando o termômetro cai? Vamos desvendar esse mistério juntos e descobrir os fatos por trás dessa percepção comum. Por que o frio parece estar associado a doenças? Quando o inverno chega e as temperaturas caem, é comum ouvir pessoas ao nosso redor dizendo que estão ficando resfriadas ou gripadas. Mas será que o frio em si é o culpado por isso? A verdade é que a relação entre o frio e as doenças é mais complexa do que parece à primeira vista. O papel dos vírusEmbora o frio possa enfraquecer o sistema imunológico, não é a baixa temperatura em si que nos deixa doentes. Na realidade, é a propagação de vírus que ocorre com mais facilidade em climas frios que desempenha um papel significativo. Vírus como o rinovírus, que causa resfriados, tendem a se espalhar mais facilmente em ambientes frios e secos. Além disso, passamos mais tempo em ambientes fechados durante o inverno, o que aumenta as chances de entrar em contato com pessoas infectadas e de contrair esses vírus. O impacto do frio no sistema imunológicoEmbora o frio em si não nos deixe doentes, ele pode afetar a nosso sistema imunológico, tornando-nos mais suscetíveis a infecções. Temperaturas mais frias podem reduzir a capacidade do sistema imunológico de responder adequadamente a invasores, como vírus e bactérias. Além disso, o ar seco durante o inverno pode ressecar as mucosas nasais e da garganta, tornando-as mais vulneráveis a infecções. O papel das doenças respiratórias sazonaisAlém dos resfriados comuns, o inverno também traz consigo uma série de doenças respiratórias sazonais, como a gripe e a bronquite. Essas doenças, muitas vezes causadas por vírus, tendem a se espalhar mais facilmente durante os meses mais frios. A gripe, em particular, é uma preocupação significativa durante o inverno, pois pode causar complicações graves, especialmente em grupos de alto risco, como idosos e pessoas com condições médicas subjacentes. A importância da prevençãoEmbora não possamos controlar o clima, existem medidas que podemos tomar para reduzir nosso risco de ficar doentes durante os meses mais frios. Manter uma boa higiene das mãos, evitar o contato próximo com pessoas doentes e manter um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta balanceada e exercícios regulares, podem fortalecer nosso sistema imunológico e reduzir o risco de infecções. Embora o frio e as doenças pareçam estar intimamente ligados, a relação entre eles é mais complexa do que muitos imaginam. Embora o frio possa enfraquecer nosso sistema imunológico e favorecer a propagação de vírus, é a exposição a esses vírus que nos deixa doentes. Ao entender melhor esses mecanismos, podemos tomar medidas para proteger nossa saúde e bem-estar, mesmo durante os meses mais frios do ano.

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5 aplicativos que todo diabético deveria conhecer

O diabetes, uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, requer atenção constante e cuidados específicos.  Felizmente, a tecnologia oferece soluções práticas para auxiliar no monitoramento e na gestão dessa doença. Neste blog, exploraremos cinco aplicativos essenciais que podem fazer toda a diferença na vida de quem convive com o diabetes. mySugr – Diário da Diabetes: Este aplicativo permite que você registre e acompanhe seus níveis de glicose no sangue. Ferramentas úteis incluem a Calculadora de Bolus, estimativa de hbA1c, rastreador de carboidratos e glicemia. Indicado para diabetes Tipo 1, Tipo 2 ou gestacional. Disponível para download gratuito na App Store e no Google Play1. Receitas para Diabéticos: Ter diabetes não significa abrir mão de refeições saborosas. Este aplicativo oferece mais de 100 receitas com alimentos que ajudam a controlar o açúcar no sangue. Disponível para Android1. Diabetes Connect: Registre dados relacionados ao diabetes de forma prática. Controle níveis de açúcar, refeições, injeções de insulina, medicamentos e outras informações importantes. Indicado para Diabetes Tipo 1 e Tipo 2. Permite sincronização com outros dispositivos para acesso remoto. Glooko: Integração de Dados: Sincroniza informações de glicose, medicações, alimentação e exercícios em um só lugar. Análise Avançada: Oferece análises para identificar padrões glicêmicos e ajustar o tratamento. Compatibilidade com Dispositivos: Funciona com vários dispositivos de monitoramento de glicose. Registro Personalizado: Permite notas personalizadas para uma visão completa da saúde. Compartilhamento de Dados: Facilita compartilhar informações com a equipe de saúde. One Drop: Abordagem Holística: Integra glicose, alimentação, exercícios e suporte personalizado. Coach Certificado: Conecta a um coach em diabetes para orientação individualizada. Comunidade de Apoio: Oferece suporte em uma comunidade online de pessoas com diabetes. Simplicidade: Interface fácil de usar para rastreamento e gerenciamento da diabetes. Monitoramento Remoto: Permite que outros monitorem dados de saúde remotamente. Lembre-se sempre de seguir as orientações e prescrição médica e que esses aplicativos não substituem o acompanhamento médico. Cuide bem de si mesmo e mantenha o diabetes sob controle

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Como ajudar alguém com enxaqueca? Aprenda em 5 passos!

Se você tem um ente querido, amigo ou colega de trabalho que sofre com enxaquecas, provavelmente já se perguntou como pode ajudá-los a lidar com essa condição debilitante.  Neste artigo, vamos compartilhar dicas e estratégias para oferecer suporte e compreensão às pessoas que convivem com enxaqueca. Compreenda a enxaqueca:Antes de ajudar alguém com enxaqueca, é crucial entender o que essa condição implica. Uma enxaqueca não é apenas uma dor de cabeça comum. Pode ser acompanhada por sintomas como náusea, sensibilidade à luz e ao som, e pode durar horas ou até dias. Aprender sobre os gatilhos e os estágios da enxaqueca pode ajudá-lo a oferecer um suporte mais eficaz. Ofereça suporte emocional:O aspecto emocional da enxaqueca muitas vezes é subestimado. A dor crônica e os sintomas debilitantes podem levar a sentimentos de frustração, ansiedade e isolamento social. Esteja presente para ouvir, valide os sentimentos da pessoa e ofereça seu apoio incondicional. Ajude com a gestão do estresse:O estresse é um dos principais desencadeadores da enxaqueca. Ajude seu ente querido a encontrar maneiras saudáveis de lidar com o estresse, como meditação, exercícios de respiração, ou hobbies relaxantes. Uma abordagem holística para reduzir o estresse pode ajudar a minimizar a frequência e a gravidade das crises de enxaqueca. Estimule um estilo de vida saudável:Uma dieta equilibrada, sono adequado e exercícios físicos regulares podem desempenhar um papel importante na prevenção da enxaqueca. Incentive seu ente querido a adotar hábitos saudáveis de vida e ofereça apoio para que eles possam implementar essas mudanças gradualmente. Eduque-se sobre opções de tratamento:Existem várias opções de tratamento disponíveis para pessoas com enxaqueca, incluindo medicamentos, terapias alternativas e mudanças no estilo de vida. Familiarize-se com essas opções e apoie seu ente querido na busca de tratamentos adequados em consulta com um profissional de saúde. Uma condição desafiadora.. A enxaqueca pode ser uma condição desafiadora de se conviver, tanto para quem a experimenta quanto para seus entes queridos. No entanto, com compreensão, apoio e educação, é possível ajudar significativamente aqueles que sofrem isso a gerenciar sua condição e melhorar sua qualidade de vida. Seja um aliado atencioso e esteja presente para apoiar seu ente querido em sua jornada para enfrentar a enxaqueca. Juntos, podemos fazer a diferença. Oportunidade de tratamento! Se a enxaqueca afeta sua qualidade de vida, seja parte da mudança. Faça seu pré-cadastro no nosso estudo clínico e tenha a chance de contribuir para encontrar novas opções de tratamento.  

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Boas práticas em pesquisa clínica

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Saiba como processos éticos e seguros são utilizados dentro dos centros de pesquisa clínica para garantir a confiabilidade e confidencialidade dos dados

A pesquisa clínica é uma das áreas mais importantes da medicina, responsável por produzir novos conhecimentos e avanços no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças. No entanto, é fundamental que esses estudos sejam conduzidos de forma ética, com respeito à confidencialidade dos dados dos participantes e com a máxima confiabilidade possível.

Neste artigo, vamos discutir as boas práticas da pesquisa clínica e a importância de seguir os princípios éticos, de confidencialidade e confiabilidade dos dados.

Ética na pesquisa clínica

A ética é um dos princípios mais importantes na pesquisa clínica. Os estudos devem ser conduzidos de forma a garantir a segurança e o bem-estar dos participantes. Isso inclui obter o consentimento informado dos participantes, informando sobre os objetivos do estudo, os procedimentos a serem realizados e os possíveis riscos e benefícios. Os pesquisadores devem garantir que os participantes não sejam expostos a riscos desnecessários e que sua privacidade seja preservada.

Além disso, os pesquisadores devem respeitar os princípios da justiça e da equidade na seleção dos participantes.

Confidencialidade dos dados

A confidencialidade dos dados dos participantes é um dos pilares da pesquisa clínica. Os pesquisadores devem garantir que as informações coletadas sejam mantidas em sigilo e que a privacidade dos participantes seja respeitada. Isso inclui a proteção dos dados pessoais, como nome, endereço, telefone e e-mail, e de dados médicos, como resultados de exames e diagnósticos.

Os dados devem ser armazenados de forma segura, com acesso restrito apenas aos membros da equipe de pesquisa autorizados. Os participantes devem ser informados sobre como seus dados serão usados e que medidas serão tomadas para proteger sua privacidade.

Confiabilidade dos resultados

A confiabilidade dos dados é fundamental para a validade dos estudos clínicos. Os pesquisadores devem garantir que os dados coletados sejam precisos, completos e confiáveis. Isso inclui o uso de métodos padronizados e validados de coleta de dados, a verificação da precisão dos dados coletados e a utilização de técnicas estatísticas adequadas para a análise dos dados.

Os pesquisadores devem garantir que os dados sejam coletados de forma imparcial e que não haja influência de fatores externos que possam comprometer a validade dos resultados. Além disso, devem garantir que os dados sejam registrados de forma clara e completa, permitindo a replicação do estudo por outros pesquisadores.

No entanto, para que os resultados dos estudos sejam válidos e confiáveis, é fundamental que sejam conduzidos seguindo as boas práticas da pesquisa clínica. Isso inclui a garantia da ética na seleção e tratamento dos participantes, a preservação da confidencialidade dos dados coletados e a obtenção de resultados confiáveis e precisos.

Os pesquisadores e instituições que conduzem pesquisas clínicas devem seguir as diretrizes e normas éticas e regulatórias estabelecidas pelas autoridades de saúde locais e internacionais. Essas normas visam garantir que as pesquisas clínicas sejam conduzidas de forma segura, ética e confiável.

Por fim, é importante lembrar que a pesquisa clínica é um processo contínuo e que os avanços na área são possíveis graças aos esforços conjuntos de pesquisadores, instituições, órgãos regulatórios e, principalmente, dos participantes dos estudos clínicos, que se dispõem a contribuir para o avanço do conhecimento médico e científico.

O CIPES, Centro Internacional de Pesquisas Clínicas, tem a responsabilidade de estar sempre em congruência com as diretrizes éticas dos órgãos competentes, mantendo sempre a segurança e integridade dos participantes.

Nosso objetivo é trazer fortalecimento e melhorias na saúde da população de São José dos Campos, e por consequência de todos os brasileiros, por meio da condução de pesquisas que possam trazer resultados satisfatórios no desenvolvimento de novas terapias e tratamentos no combate a doenças das mais diversas áreas.

Compartilhamos conhecimento com uma equipe de investigadores experientes e que nos possibilitam desfrutar de uma expertise qualificada e assertiva na condução de estudos clínicos.

Acesse e conheça nossos estudos em aberto.

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Parar de fumar reduz até 40% o risco de desenvolver diabetes tipo 2

O tabagismo é um dos fatores de risco modificáveis mais importantes para o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Federação Internacional de Diabetes e da Universidade de Newcastle revelou que parar de fumar pode reduzir de 30% a 40% o risco de desenvolver essa doença metabólica crônica, que tem um impacto significativo no sistema de saúde. No Brasil, dados do Vigitel indicam que 10,2% da população possui diabetes, sendo que 90% desses casos são do tipo 2, frequentemente associado a maus hábitos e estilo de vida sedentário. O número de casos tem aumentado, inclusive entre os mais jovens. Benefícios da cessação do tabagismo para pessoas com diabetes Redução de Riscos Cardiovasculares: Parar de fumar diminui o risco de complicações cardiovasculares, como doenças coronarianas e acidente vascular cerebral (AVC). Melhoria do controle glicêmico: O cigarro aumenta a resistência à insulina, dificultando o controle da glicose. Parar de fumar ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Menor risco de Amputações e Cicatrização: O tabagismo retarda a cicatrização de feridas em pacientes com diabetes, aumentando o risco de amputações. Mecanismos do cigarro no diabetes Impacto nas células beta do pâncreas: A nicotina prejudica as células beta do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, contribuindo para a resistência à insulina. Danos vasculares: O tabagismo causa danos nos vasos sanguíneos, aumentando o risco de complicações vasculares. Por que parar de fumar é urgente para pessoas com diabetes? O risco de desenvolver doenças cardiovasculares, AVC, insuficiência cardíaca e complicações vasculares é significativamente maior em fumantes com diabetes. Parar de fumar não apenas reduz esses riscos, mas também melhora a qualidade de vida e aumenta a longevidade. Se você tem diabetes e fuma, considere parar hoje mesmo. Consulte seu médico para obter suporte e orientação adequada para cessação do tabagismo. Sua saúde e bem-estar valem a mudança!  Fonte: Relatório da OMS e especialistas médicos.

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Desvendando a enxaqueca: o que acontece no seu cérebro?

A enxaqueca é uma condição neurovascular complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Neste artigo, vamos explorar o impacto da enxaqueca no cérebro, os riscos associados e estratégias para aliviar os sintomas. Entendendo a Enxaqueca Durante uma crise de enxaqueca, o cérebro passa por uma série de alterações neuroquímicas e vasculares. Os pesquisadores acreditam que fatores genéticos e ambientais desempenham um papel importante no desencadeamento desses episódios. O que acontece no cérebro durante uma enxaqueca? Ativação nervosa: Durante uma crise, os nervos sensoriais no cérebro e ao redor dos vasos sanguíneos são ativados, levando à liberação de substâncias inflamatórias e neurotransmissores. Dilatação dos vasos sanguíneos: Certas áreas do cérebro experimentam uma dilatação dos vasos sanguíneos, o que pode aumentar o fluxo sanguíneo e a pressão nos tecidos cerebrais. Inflamação e Sensibilização Nervosa: O cérebro se torna mais sensível aos estímulos, contribuindo para a percepção aumentada da dor. Alívio da enxaqueca Embora não haja cura definitiva para a enxaqueca, existem várias estratégias para aliviar os sintomas e reduzir a frequência das crises: Medicamentos: Existem medicamentos específicos para enxaqueca, incluindo analgésicos, triptanos e medicamentos preventivos prescritos por médicos. Estilo de vida saudável: Praticar atividade física regular, manter uma rotina de sono adequada, gerenciar o estresse e evitar gatilhos conhecidos podem ajudar a controlar a enxaqueca. Terapias complementares: Acupuntura, biofeedback e outras terapias alternativas podem ser úteis para algumas pessoas. A importância de Procurar um Médico Se você sofre de enxaquecas frequentes, é fundamental procurar a orientação de um profissional de saúde. As enxaquecas não são apenas dores de cabeça intensas; elas podem ser debilitantes e afetar significativamente a qualidade de vida. Consultar um médico é essencial para obter um diagnóstico preciso e para desenvolver um plano de tratamento eficaz. Estudo Clínico no CIPES No CIPES, estamos comprometidos em avançar o conhecimento sobre condições como a enxaqueca. Atualmente, estamos conduzindo um estudo clínico para avaliar novas abordagens no tratamento. Se você sofre com essa condição e está interessado em participar da pesquisa, clique em saiba mais e confira os critérios de participação. Clique aqui

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Crianças também sofrem com hipertensão

Você já ouviu falar sobre a hipertensão arterial na infância? Se não, saiba que ela pode ser mais comum do que se imagina. Apesar de ser mais associada aos adultos, a pressão alta também pode afetar crianças e adolescentes, e a detecção precoce é fundamental para evitar complicações futuras. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), alerta que, embora menos prevalente em crianças, a hipertensão arterial infantil não deve ser ignorada. Por vezes, a falta de rotina na medição da pressão arterial em consultas pediátricas pode atrasar o diagnóstico, o que pode ser crucial para iniciar tratamentos e evitar complicações futuras. A hipertensão arterial pode ser classificada como primária, quando multifatorial, ou secundária, quando causada por doenças identificáveis. O diagnóstico precoce é importante e pode ser feito através da análise da pressão arterial em consultas pediátricas de rotina. A detecção precoce permite investigar a causa da hipertensão e determinar o tipo de tratamento mais adequado. Estatísticas nacionais mostram que entre 3% e 15% de crianças e adolescentes brasileiros são afetados pela hipertensão arterial. O aumento desse percentual está relacionado ao aumento dos casos de sobrepeso e obesidade na população jovem, refletindo mudanças no estilo de vida. A medida da pressão arterial em crianças deve ser incorporada às consultas pediátricas de rotina, especialmente em casos de sobrepeso e obesidade. Detectar precocemente a hipertensão arterial pode permitir intervenções no estilo de vida e na alimentação, antes que seja necessário recorrer a medicamentos. Portanto, pais e responsáveis devem estar atentos e garantir que a pressão arterial de seus filhos seja medida regularmente. A hipertensão arterial, apesar de muitas vezes assintomática, pode ser controlada com mudanças no estilo de vida e tratamento adequado, desde que diagnosticada precocemente. Lembre-se, cuidar da saúde cardiovascular desde a infância é fundamental para garantir um futuro saudável e feliz para nossos pequenos.

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