Risco cardiovascular: o que é, como classificar e prevenir as chances de doenças

A imagem retrata um homem idoso com cabelos grisalhos e expressão de dor segurando o peito com as duas mãos. Ele parece estar passando por um desconforto intenso, possivelmente relacionado a um problema cardíaco. O risco cardiovascular aumenta com a idade e é influenciado por fatores como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo e sedentarismo.

O risco cardiovascular refere-se à probabilidade de um indivíduo desenvolver doenças cardiovasculares ao longo da vida, incluindo eventos como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).  Esse risco é determinado por uma interação complexa entre fatores genéticos, condições metabólicas e hábitos de vida, sendo fundamental sua avaliação precoce para a adoção de medidas preventivas. No CIPES – Centro Nacional de Pesquisa Clínica, investigamos os fatores que influenciam o risco cardiovascular e buscamos desenvolver estratégias terapêuticas inovadoras para reduzir sua incidência e impacto na saúde populacional. A seguir, abordaremos a classificação do risco cardiovascular, os principais fatores predisponentes e as estratégias baseadas em evidências para prevenção e controle dessas doenças.  Acompanhe! O que é risco cardiovascular? As doenças cardiovasculares representam uma das principais causas de mortalidade no mundo, sendo essencial a implementação de estratégias de rastreamento e prevenção. A estimativa do risco cardiovascular permite identificar indivíduos com maior predisposição a eventos cardiovasculares, possibilitando a adoção de intervenções personalizadas.  Ferramentas como calculadoras de risco cardiovascular são amplamente utilizadas para essa finalidade, sendo o Escore de Framingham um dos métodos mais reconhecidos globalmente. Como classificar o risco cardiovascular? De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o risco cardiovascular é estratificado em quatro categorias: O envelhecimento populacional e o aumento da prevalência de fatores de risco cardiovasculares reforçam a necessidade de intervenções preventivas para mitigar a progressão dessas condições. Quais são os fatores de risco cardiovascular? Os fatores de risco cardiovascular podem ser divididos em modificáveis e não modificáveis.  Conheça as classificações abaixo: Fatores não modificáveis São características inerentes ao paciente que aumentam a susceptibilidade às doenças cardiovasculares: Fatores modificáveis São determinantes que podem ser controlados por meio de intervenções médicas e mudanças no estilo de vida:  Os principais são: Portanto, o controle desses aspectos é de suma importância para reduzir a incidência de doenças cardiovasculares, além de promover uma vida mais saudável. Como calcular o risco cardiovascular? A avaliação do risco cardiovascular deve ser realizada de forma sistemática, especialmente em pacientes com idade entre 40 e 75 anos.  Entre as ferramentas disponíveis, destacam-se: A escolha da ferramenta fica a critério do médico, que pode optar por aquela que tenha validação no local de aplicação ou que seja capaz de extrapolar os resultados para a população a ser avaliada.  Independentemente da escolha, o resultado do cálculo do risco cardiovascular fornece uma estimativa percentual da probabilidade de acontecer uma decorrência nos 10 anos seguintes à avaliação.  Quando avaliar os fatores de risco das doenças cardiovasculares? A avaliação do risco cardiovascular deve ser feita regularmente, principalmente em adultos acima de 40 anos ou com fatores de risco.  Em alguns casos, pode ser necessária também em pacientes mais jovens, quando há suspeita de doença cardíaca. Esse processo não é único, mas contínuo, sendo repetido conforme a condição do paciente.  Recomenda-se a avaliação a cada 5 anos para pessoas de baixo risco e a cada 1-2 anos para aquelas com alto risco. É possível controlar o risco cardiovascular? Sim, o risco cardiovascular pode ser controlado com hábitos saudáveis e acompanhamento médico.  Manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos, controlar pressão arterial, colesterol e diabetes, evitar tabagismo e excesso de álcool, além de gerenciar o estresse, são medidas essenciais.  Em casos de alto risco, o uso de medicamentos pode ser necessário. A prevenção e o monitoramento regular são primordiais para reduzir as chances de doenças cardiovasculares. Pesquisa clínica de doenças cardiovasculares e fatores de risco A pesquisa clínica desempenha um papel fundamental na identificação de novos biomarcadores, estudando o impacto de genética, ambiente e hábitos na incidência de doenças como infarto e AVC. Além disso, também melhora diagnósticos, promovendo o desenvolvimento de terapias inovadoras e aprimoramento de estratégias de prevenção e tratamento.  No CIPES, conduzimos estudos que buscam novas abordagens para o manejo das doenças cardiovasculares e seus fatores de risco, contribuindo para avanços científicos e melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Sobre o CIPES Comprometido com a inovação e a ética, o CIPES nasceu da união de médicos experientes em São José dos Campos, com a missão de trazer novos tratamentos em desenvolvimento para a população.  Nossa equipe altamente qualificada conduz atendimentos multidisciplinares, além de estudos clínicos com segurança, integridade e excelência científica. Localizado no Shopping Vale Sul, ao lado da Via Dutra e próximo ao aeroporto de Guarulhos, nós oferecemos fácil acesso a toda a região do Vale do Paraíba e São Paulo. Se interessou e deseja ser um parceiro do Centro Internacional de Pesquisa Clínica? 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