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Frequência cardíaca baixa pode ser um sinal de alerta

Folha de eletrocardiograma com comprimido em forma de coração, simbolizando o monitoramento da frequência cardíaca baixa.

A frequência cardíaca baixa ocorre quando o coração bate menos de 50 vezes por minuto. Pode ser normal em certas pessoas, mas também pode sinalizar problemas cardíacos.

A frequência cardíaca baixa ocorre quando o coração bate menos vezes por minuto do que o considerado normal. 

Esse quadro pode ser fisiológico, como ocorre com atletas, ou indicar problemas cardíacos que exigem atenção médica. 

Muitas pessoas não percebem sinais imediatos, mas sintomas como cansaço excessivo, tontura, falta de ar ou desmaios podem surgir em casos patológicos. Reconhecer esses sinais é essencial para prevenir complicações graves.

Além disso, a avaliação médica permite identificar se a frequência cardíaca baixa é normal ou se requer tratamento, para prevenir complicações.

O que significa frequência cardíaca baixa?

A frequência cardíaca baixa, também chamada de bradicardia, ocorre quando o coração bate menos de 50 vezes por minuto em adultos em repouso.

Considera-se um batimento cardíaco normal aquele que varia entre 50/60 e 100 bpm (batimentos por minuto), em repouso.

Mas nem sempre a bradicardia é um problema. Atletas, por exemplo, podem apresentar baixa frequência cardíaca devido à adaptação ao treino intenso. Nesses casos, a condição é considerada normal e geralmente não traz riscos.

Por outro lado, quando acompanhada de sintomas como cansaço, tontura, desmaios ou falta de ar, pode indicar alterações no sistema elétrico do coração, doenças cardíacas ou efeitos de medicamentos.

Portanto, identificar a causa da baixa frequência cardíaca é essencial para decidir se é necessário tratamento ou apenas monitoramento. 

Exames como eletrocardiograma e testes de esforço ajudam a avaliar a função cardíaca e definir a conduta médica.

O que significa quando a saturação está baixa e a frequência cardíaca está alta?

A combinação de saturação baixa e frequência cardíaca elevada pode indicar que o organismo não está recebendo oxigênio suficiente. 

Isso pode ocorrer em situações de doenças respiratórias, como asma ou pneumonia, ou condições cardíacas que prejudicam a circulação sanguínea.

Sintomas associados podem incluir falta de ar, cansaço excessivo, tontura e palidez. É uma condição que exige atenção médica imediata, porque pode evoluir para complicações graves.

Causas da frequência cardíaca baixa (bradicardia)

A bradicardia pode ter diversas origens, que vão desde adaptações fisiológicas até condições médicas que exigem atenção.

Entre as causas mais comuns estão:

  • Adaptação física em atletas: o coração de pessoas com treino intenso trabalha de forma mais eficiente, precisando de menos batimentos por minuto;
  • Período de sono: durante o sono, é natural que a frequência cardíaca diminua, podendo ficar abaixo de 60 bpm sem ser um problema;
  • Alterações no sistema elétrico do coração: problemas no nodo sinoatrial ou no nodo atrioventricular podem reduzir a frequência cardíaca;
  • Uso de medicamentos: remédios como betabloqueadores, digoxina e alguns antiarrítmicos podem provocar bradicardia;
  • Doenças cardíacas: infarto, miocardite ou cardiomiopatias podem afetar a capacidade do coração de manter a frequência adequada;
  • Distúrbios metabólicos ou hormonais: hipotireoidismo, hipoglicemia e desequilíbrios eletrolíticos também influenciam os batimentos cardíacos;
  • Idade avançada: alterações naturais no coração podem reduzir a frequência, principalmente em idosos.

Reconhecer a causa é essencial porque determina se a frequência cardíaca baixa é apenas uma característica do organismo ou um sinal de alerta que precisa de intervenção médica.

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Quais são os sintomas e sinais de alerta da frequência cardíaca baixa?

Embora algumas pessoas apresentem frequência cardíaca baixa sem qualquer desconforto, em outros casos podem surgir sintomas que indicam a necessidade de avaliação médica.

  • Fadiga e cansaço excessivo: o coração não bombeia sangue suficiente para suprir as demandas do corpo.
  • Tontura ou sensação de desmaio: falta de fluxo sanguíneo adequado para o cérebro pode provocar esses episódios.
  • Falta de ar: principalmente durante atividades físicas ou esforços leves.
  • Palpitações ou batimentos irregulares: o ritmo cardíaco pode variar ou apresentar pausas incomuns.
  • Confusão mental ou dificuldade de concentração: reflexo da menor oxigenação cerebral.
  • Dor no peito: em casos graves, pode ser um sinal de comprometimento cardíaco.

É importante destacar que nem toda frequência cardíaca baixa gera sintomas. No entanto, se os sinais estiverem presentes, a investigação médica é essencial para descartar problemas e complicações graves.

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Como baixar a frequência cardíaca quando está alta?

Para reduzir a frequência cardíaca elevada, é importante adotar medidas que promovam relaxamento e bem-estar cardiovascular. 

Respirar profundamente e de forma controlada, praticar exercícios de alongamento ou técnicas de meditação ajudam a diminuir a frequência cardíaca de forma natural.

A prática regular de atividades físicas também contribui para melhorar a eficiência do coração, reduzindo a frequência em repouso ao longo do tempo. 

Evitar o consumo excessivo de cafeína e manter uma boa hidratação são cuidados adicionais que auxiliam no controle da frequência cardíaca.

Em casos de frequência cardíaca persistentemente alta ou associada a sintomas como tontura, falta de ar ou dor no peito, é fundamental procurar avaliação médica. 

Como diagnosticar a frequência cardíaca baixa?

O diagnóstico da frequência cardíaca baixa é feito por meio de avaliação clínica e exames específicos.

O médico analisará fatores como histórico familiar, presença de doenças cardíacas, uso de medicamentos e hábitos de vida, incluindo o período de sono, já que o repouso profundo naturalmente reduz a frequência cardíaca.

Os principais exames utilizados incluem:

  • Eletrocardiograma (ECG): avalia o ritmo e a regularidade dos batimentos cardíacos;
  • Monitoramento Holter: registra o ritmo cardíaco durante 24 horas ou mais, identificando episódios de bradicardia ou pausas anormais;
  • Exames de sangue: podem detectar alterações hormonais ou eletrolíticas que influenciam o coração;
  • Teste ergométrico: avalia a resposta do coração ao esforço físico.

Como tratar e controlar a frequência cardíaca baixa?

O tratamento da frequência cardíaca baixa depende da causa e da gravidade da bradicardia, já que nem todos os casos exigem intervenção.

As principais abordagens incluem:

  • Ajuste de medicamentos: alguns remédios podem reduzir a frequência cardíaca. Nestes casos, o médico pode ajustar a dose ou trocar o medicamento.
  • Tratamento de doenças associadas: condições como hipotireoidismo, apneia do sono ou distúrbios eletrolíticos podem causar bradicardia. Corrigi-las ajuda a normalizar os batimentos.
  • Implante de marcapasso: indicado quando a frequência cardíaca baixa provoca sintomas graves, como desmaios recorrentes ou insuficiência cardíaca.
  • Mudanças no estilo de vida: manter alimentação equilibrada, hidratação adequada, prática regular de exercícios e períodos de sono regulares contribui para o equilíbrio cardíaco.

Além disso, o acompanhamento contínuo por cardiologista é essencial para monitorar a evolução, prevenir complicações e garantir que a frequência cardíaca permaneça dentro de limites seguros.

Perguntas frequentes frequência baixa

O que significa frequência cardíaca baixa?

Frequência cardíaca baixa, ou bradicardia, ocorre quando o coração bate menos de 50 vezes por minuto em adultos em repouso.

Quando a frequência cardíaca está baixa, devo me preocupar?

Se a frequência cardíaca baixa não causar sintomas, geralmente não é preocupante. Contudo, quando acompanhada de fadiga, falta de ar, tontura ou desmaios, é essencial procurar avaliação médica.

Quais são as causas da frequência cardíaca baixa?

As causas incluem adaptações físicas em atletas, período de sono, alterações no sistema elétrico do coração, uso de medicamentos (como betabloqueadores), doenças cardíacas, distúrbios hormonais ou metabólicos e idade avançada.

Como baixar a frequência cardíaca quando está alta?

Para reduzir a frequência cardíaca elevada, recomenda-se respiração profunda, alongamento, meditação, prática regular de exercícios físicos, hidratação adequada e evitar excesso de cafeína.

O que fazer quando a frequência cardíaca está baixa?

O tratamento depende da causa. Pode incluir ajuste de medicamentos, correção de doenças associadas, implantação de marcapasso ou mudanças no estilo de vida, sempre com acompanhamento médico.

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Além disso, a participação contribui para o avanço da medicina, ajudando a desenvolver novas terapias seguras e eficazes.

Todo o processo é conduzido com ética, segurança e confidencialidade. O voluntário pode retirar seu consentimento a qualquer momento, garantindo total controle sobre sua participação. 

O CIPES está localizado no Shopping Vale Sul, em São José dos Campos (SP), com fácil acesso pela Via Dutra e proximidade do aeroporto de Guarulhos, facilitando a vinda de pacientes de todo o Vale do Paraíba e da Grande São Paulo.

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